Comprar Glock G25 calibre .380 ACP

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Vinte fatos que comprovam que a posse de armas deixa uma população mais segura – Comprar Glock G25 calibre .380 ACP

Os recentes acontecimentos em Ottawa, Canadá, comprovam, pela enésima vez, que controle de armas serve apenas para deixar uma população pacífica ainda mais vulnerável.

O desarmamento não apenas deixa uma população menos livre, como também a deixa menos segura. E não existe liberdade individual se o indivíduo está proibido de se proteger contra eventuais ataques físicos. Liberdade e autodefesa são conceitos totalmente indivisíveis. Sem o segundo não há o primeiro.

Respeitar o direito de cada indivíduo poder ter armas de fogo ainda é a melhor política de segurança, como os fatos listados abaixo mostrarão. Já restringir, ou até mesmo proibir, o direito de um indivíduo ter uma arma de fogo o deixa sem nenhuma defesa efetiva contra criminosos violentos ou contra um governo tirânico.

A Universidade de Harvard, que não tem nada de conservadora, divulgou recentemente um estudo que comprova que, quanto mais armas os indivíduos de uma nação têm, menor é a criminalidade. Em outras palavras, há uma robusta correlação positiva entre mais armas e menos crimes. Isso é exatamente o oposto do que a mídia quer nos fazer acreditar.

Mas o fato é que tal correlação faz sentido, e o motivo é bem intuitivo: nenhum criminoso gostaria de levar um tiro.

Se o governo de um país aprova um estatuto do desarmamento, o que ele realmente está fazendo é diminuindo o medo de criminosos levarem um tiro de cidadãos honestos e trabalhadores, e aumentando a confiança desses criminosos em saber que suas eventuais vítimas — que obedecem a lei — estão desarmadas.

A seguir, 20 fatos pouco conhecidos que comprovam que, ao redor do mundo, mais armas deixam uma população mais segura. Comprar Glock G25 calibre .380 ACP

  1. Um estudo publicado pela Universidade de Harvard — Harvard Journal of Law & Public Policy — relata que países que têm mais armas tendem a ter menos crimes.
  2. Ao longo dos últimos 20 anos, as vendas de armas dispararam nos EUA, mas os homicídios relacionados a armas de fogo caíram 39 por cento durante esse mesmo período. Mais ainda: “outros crimes relacionados a armas de fogo” despencaram 69%.
  3. Ainda segundo o estudo da Harvard, os nove países europeus que apresentam a menor taxa de posse de armas apresentam taxas de homicídios que, em conjunto, são três vezes maiores do que as dos outro nove países europeus que apresentam a maior taxa de posse de armas.
  4. Quase todas as chacinas cometidas por indivíduos desajustados nos Estados Unidos desde 1950 ocorreram em estados que possuem rígidas leis de controle de armas.
  5. Os EUA são o país número 1 do mundo em termos de posse de armas per capita, mas estão apenas na 28ª posição mundial em termos de homicídios cometidos por armas de fogo para cada 100.000 pessoas.
  6. A taxa de crimes violentos nos EUA era de 757,7 por 100.000 pessoas em 1992. Já em 2011, ela despencou para 386,3 por 100.000 pessoas. Durante esse mesmo período, a taxa de homicídios caiu de 9,3 por 100.000 para 4,7 por 100.000. Durante esse mesmo período, como já dito acima, as vendas de armas dispararam.
  7. A cada ano, aproximadamente 200.000 mulheres nos EUA utilizam armas de fogo para se proteger de crimes sexuais.
  8. Em termos gerais, as armas de fogo são utilizadas com uma frequência 80 vezes maior para impedir crimes do que para tirar vidas.
  9. O número de fatalidades involuntárias causadas por armas de fogo caiu 58% entre 1991 e 2011.
  10. Apesar da extremamente rígida lei desarmamentista em vigor no Reino Unido, sua taxa de crimes violentos é aproximadamente 4 vezes superior à dos EUA. Em 2009, houve 2.034 crimes violentos para cada 100.000 habitantes do Reino Unido. Naquele mesmo ano, houve apenas 466 crimes violentos para cada 100.000 habitantes nos EUA.
  11. O Reino Unido apresenta aproximadamente 125% mais vítimas de estupro por 100.000 pessoas a cada ano do que os EUA.
  12. Anualmente, o Reino Unido tem 133% mais vítimas de assaltos e de outras agressões físicas por 100.000 habitantes do que os EUA.
  13. O Reino Unido apresenta a quarta maior taxa de arrombamentos e invasões de residências de toda a União Europeia.
  14. O Reino Unido apresenta a segunda maior taxa de criminalidade de toda a União Europeia.
  15. Na Austrália, os homicídios cometidos por armas de fogo aumentaram 19% e os assaltos a mão armada aumentaram 69% após o governo instituir o desarmamento da população.
  16. A cidade de Chicago havia aprovado uma das mais rígidas leis de controle de armas dos EUA. O que houve com a criminalidade? A taxa de homicídios foi 17% maior em 2012 em relação a 2011, e Chicago passou a ser considerada a “mais mortífera dentre as cidades globais”. Inacreditavelmente, no ano de 2012, a quantidade de homicídios em Chicago foi aproximadamente igual à quantidade de homicídios ocorrida em todo o Japão.
  17. Após essa catástrofe, a cidade de Chicago recuou e, no início de 2014, voltou a permitir que seus cidadãos andassem armados. Eis as consequências: o número de roubos caiu 20%; o número de arrombamentos caiu também 20%; o de furto de veículos caiu 26%; e, já no primeiro semestre, a taxa de homicídios da cidade recuou para o menor nível dos últimos 56 anos.
  18. Após a cidade de Kennesaw, no estado americano da Geórgia, ter aprovado uma lei que obrigava cada casa a ter uma arma, a taxa de criminalidade caiu mais de 50% ao longo dos 23 anos seguintes. A taxa de arrombamentos e invasões de domicílios despencou incríveis 89%.
  19. Os governos ao redor do mundo chacinaram mais de 170 milhões de seus próprios cidadãos durante o século XX (Stalin, Hitler, Mao Tsé-Tung, Pol Pot etc.). A esmagadora maioria desses cidadãos havia sido desarmada por esses mesmos governos antes de serem assassinados.
  20. No Brasil, 10 anos após a aprovação do estatuto do desarmamento — considerado um dos mais rígidos do mundo —, o comércio legal de armas de fogo caiu 90%. Mas as mortes por armas de fogo aumentaram 346% ao longo dos últimos 30 anos. Com quase 60 mil homicídios por ano, o Brasil já é, em números absolutos, o país em que mais se mata.

Quantas dessas notícias você já viu na mídia convencional, que dá voz apenas a desarmamentistas?

Armas são objetos inanimados, tão inanimados quanto facas, tesouras e pedras. Costumes, tradições, valores morais e regras de etiqueta — e não leis e regulações estatais — são o que fazem uma sociedade ser civilizada. Restrições sobre a posse de objetos inanimados não irão gerar civilização.

Essas normas comportamentais — as quais são transmitidas pelo exemplo familiar, por palavras e também por ensinamentos religiosos — representam todo um conjunto de sabedoria refinado por anos de experiência, por processos de tentativa e erro, e pela busca daquilo que funciona. O benefício de se ter costumes, tradições e valores morais regulando o comportamento — em vez de atribuir essa função ao governo — é que as pessoas passam a se comportar eticamente mesmo quando não há ninguém vigiando. Em outras palavras, é a moralidade a primeira linha de defesa de uma sociedade contra comportamentos bárbaros.

No entanto, em vez de se concentrar naquilo que funciona, os progressistas desarmamentistas querem substituir moral e ética por palavras bonitas e por leis de fácil apelo.

Por último, vale um raciocínio lógico: quem é a favor do desarmamento não é contra armas, pois as armas serão necessárias para se desarmar os cidadãos. Logo, um desarmamentista nunca será contra armas — afinal, ele quer que a polícia utilize armas para confiscar as armas dos cidadãos.

Consequentemente, um desarmamentista é necessariamente a favor de armas. Mas ele quer que apenas o governo (que, obviamente, é composto por pessoas honestas, confiáveis, morais e virtuosas) tenha armas.

Conclusão: nunca existiu e nem nunca existirá um genuíno ‘desarmamento’. Existe apenas armamento centralizado nas mãos de uma pequena elite política e dos burocratas fardados que protegem os interesses dessa elite.

O controle e posse de armas de fogo no Brasil – Comprar Glock G25 calibre .380 ACP

Conheça as principais alterações no controle de armas de fogo desde a criação do Estatuto do Desarmamento, incluindo o recente decreto de Bolsonaro.

Em mais um ataque com armas de fogo nos Estados Unidos (EUA), o jovem Nikolas Cruz invadiu um colégio em Parkland, na Flórida, e matou 17 pessoas a tiros no início do ano passado. O episódio trouxe de volta o debate sobre o controle de armas nos EUA. A Segunda Emenda da Constituição norte-americana garante “o direito das pessoas a manter e portar armas”. No entanto, com os constantes massacres envolvendo armas de fogo, aumenta a pressão para que o seu acesso seja mais limitado.

No Brasil, onde há restrições para a compra de armas, a pressão vai no sentido contrário. Com o aumento da violência, cresce a demanda de parte da sociedade para flexibilizar essas restrições. Entenda os principais pontos do debate:

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MORTES POR ARMA DE FOGO – Comprar Glock G25 calibre .380 ACP

O Brasil está entre os países em que mais se mata com armas de fogo. Os números mais atuais consolidados constam do Atlas da Violência 2018. Em 2016, último ano monitorado, a taxa de homicídios por armas repetia o padrão de estagnação desde 2003: cerca de 71,6%.

ESTATUTO DO DESARMAMENTO – Comprar Glock G25 calibre .380 ACP

O Estatuto do Desarmamento é uma lei federal que está em vigor desde 2003 e foi criada com o objetivo de restringir o comércio e o porte de armas. Um dos artigos mais radicais do estatuto vetava a comercialização de armas e munição ao cidadão comum. Mas o próprio texto do estatuto previa, para 2005, a realização de um referendo popular. Naquele ano, a população respondeu sim ou não à questão da proibição da venda em todo o território nacional – 64% dos eleitores votaram pela não proibição.

Com isso, as armas continuaram a ser vendidas no país, mas com restrições. Podem ter arma de fogo determinadas categorias profissionais (fundamentalmente policiais, agentes penitenciários e agentes das Forças Armadas) e cidadãos comuns que comprovem necessidade de porte, mediante a apresentação de atestados que comprovem capacidade psicológica, bons antecedentes criminais e habilidade para lidar com o armamento.

MODIFICAÇÕES NO ESTATUTO – Comprar Glock G25 calibre .380 ACP

Ao longo dos 14 anos de vigência, o Estatuto sofreu diversas modificações, no geral, abrandando as exigências. Logo no ano seguinte a sua aprovação, uma alteração já expandiu os ambientes em que os proprietários autorizados poderiam portar suas armas. O texto original restringia apenas ao ambiente familiar, e a mudança passou a incluir o “local de trabalho”. Algumas mudanças passaram a incluir também mais profissionais autorizados a portar armas.

O ex-presidente Michel Temer, por meio de decretos, também instituiu alterações que ampliaram a validade da licença para porte de armas para civis de três para cinco anos. Também aumentou de três para dez anos a validade do documento que comprova capacidade técnica.

Mesmo com as modificações, o Estatuto teve o poder de desacelerar o avanço da violência com arma de fogo. Basta ver que, em 1995, o número de homicídios por armas de fogo representavam 60% do total; em 2005, 70%; e em 2016, 71,6%. Ou seja, enquanto nos primeiros dez anos a proporção subiu 10 pontos percentuais, nos últimos dez, depois do Estatuto, o crescimento foi de apenas 2 pontos percentuais.

O PROJETO QUE, EM 2018, TENTOU REVOGAR O ESTATUTO – Comprar Glock G25 calibre .380 ACP

Em fevereiro de 2018, correu um projeto de lei na Câmara e no Senado que propunha a revogação do Estatuto do Desarmamento, substituindo-o por um outro, o Estatuto do Controle de Armas de Fogo, com restrições mais brandas. Algumas das principais alterações previstas eram:

  • a licença para porte passaria a ser definitiva, e para qualquer cidadão com idade mínima de 21 anos (hoje essa idade é de 25 anos);
  • qualquer cidadão poderia ter legalmente uma arma, bastando atender a alguns requisitos básicos, como ter emprego, residência fixa e certificado de capacidade técnica. Armas estariam liberadas até para condenados na justiça por crime, desde que o crime não seja doloso.
  • a posse não ficaria mais restrita à residência ou ambiente de trabalho, mas se entenderia aos deslocamentos, inclusive em transporte público.

Por fim, o projeto acabou não sendo aprovado e implementado.

O DECRETO DE JAIR BOLSONARO – Comprar Glock G25 calibre .380 ACP

Logo no seu primeiro mês de governo, o presidente Jair Bolsonaro cumpriu uma das promessas que foram carro-chefe de sua campanha: a flexibilização do porte de armas. A mudança passou a valer a partir do dia 15 de janeiro e institui algumas significativas mudanças especialmente no que diz respeito à posse por “cidadãos comuns”, que precisariam, segundo o Estatuto, cumprir certos requisitos que comprovassem efetiva necessidade. O que foi alterado do texto anterior do Estatuto foi justamente a expansão desses fatores que indicam necessidade. A partir de agora, são eles:

  1. Ter estabelecimento comercial
  2. Morar em área rural
  3. Morar em cidades de Unidades da Federação com índice de homicídio superior a 10 por 100 mil habitantes (índice, atualmente, superado por todos os estados)
  4. O texto passa a contar, no entanto, com a restrição de que pessoas que convivem com crianças, adolescentes e/ou pessoas com deficiência intelectual devem ter cofre ou local seguro para guardar a arma, mas sem especificar como seria esse local e como comprovar sua existência.

O restante das regras referentes à idade, antecedentes, comprovação de capacidade e restrição de locais para circulação com a arma continuam iguais, por enquanto.



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MAIS ARMAS, MAIS HOMICÍDIOS – Comprar Glock G25 calibre .380 ACP

Quem defende a flexibilização das normas justifica-as a partir do crescimento da violência no país nos últimos anos e da incapacidade do estado de garantir a segurança do cidadão – a posse de armas seria uma garantia do direito à autodefesa. Mas, para entidades e organizações que combatem a violência, esse abrandamento nas restrições atende a interesses econômicos de grupos ligados à indústria de armamento.

Além disso, argumentam que a disseminação das armas nas mãos de um número maior de pessoas só aumentaria o número de homicídios. Em vez de inibir a ação do criminoso, o porte de armas estimularia ainda mais o confronto, potencializando a chance de vítimas. Estudos mostram que o aumento no número de homicídios é diretamente proporcional à proliferação de armas de fogo – a cada 1% de crescimento no número de armas, a violência sobe 2%.





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